Vale a pena assistir!

Estudo do Tabernáculo


O Tabernáculo era a sombra de Jesus Cristo que perdoou os pecados dos Israelitas e de todos quantos que crêem nele. Nosso Senhor era o verdadeiro possuidor do Tabernáculo. E Ele era o Salvador que lançou fora os pecados de todo mundo de uma vez por todas, e ao mesmo tempo, a própria oferta de sacrifício para toda a humanidade. Embora o povo de Israel pecasse diariamente, impondo suas mãos na cabeça do animal puro de sacrifício no pátio do Tabernáculo de acordo com o sistema de sacrifício, eles podiam passar seus pecados sobre a oferta. Isto é como qualquer um que cria no ministério dos sacerdotes e na oferta de sacrifício dada de acordo com o sistema de sacrifício podia receber a remissão de pecado, sendo lavado de seus pecados e se tornando alvo como a neve. Igualmente, crendo no batismo e sacrifício de Jesus, a essência verdadeira do Tabernáculo, o povo de Israel e os que entre nós que somos Gentios, temos sido revestidos da bênção de remissão de todos os nossos pecados e de viver com o Senhor para sempre.Não só os Israelitas, mas todos os Gentios também podem ser libertos de todos os seus pecados só crendo em Jesus, o Senhor do Tabernáculo. O Tabernáculo nos ensina o que o presente da remissão de pecado que Deus deu a todo mundo representa. Como tal, o Tabernáculo propriamente era a grande essência de Jesus Cristo.Jesus se tornou o Salvador de pecadores. Todo pecador seja ele/ela, pode ficar sem pecado se crer no batismo de Jesus, Seu sangue na Cruz, e a verdade de que Ele é o próprio Deus. Podemos ser livres do julgamento do Deus por nossa fé nos fios azul, púrpura, e escarlate - em outras palavras, crendo no batismo de Jesus, Seu sangue, e Sua divindade. Jesus é a entrada para o Reino do Céu.Em Atos 4:12 diz, " E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos." Nenhum outro senão Jesus pode salvar as pessoas de seus pecados. Não existe nenhum Salvador, mas somente Jesus. João 10:9 diz, " Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem." 1 Timóteo 2:5 diz, "Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem;" e Mateus 3:15 diz, "Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o admitiu." Todos estes versos testemunham esta verdade.Jesus veio a esta Terra em semelhança de homem, e recebendo Seu batismo (fio azul) e derramando Seu sangue (fio escarlate), Ele salvou os pecadores. Como tal Jesus se tornou a porta de salvação para todos os pecadores. Da mesma maneira que a entrada do pátio do Tabernáculo foi tecida de fio azul, púrpura e escarlate, Jesus, vindo a esta Terra, em primeiro lugar tomou os pecados do mundo sobre Ele mesmo com Seu batismo recebido por João Batista. Ele, então, se tornou a oferta de sacrifício, o Cordeiro de Deus (João 1:29). Segundo, depois de desta forma ter tomado as iniquidades de todos os pecadores com Seu batismo, Ele morreu em seu lugar e deu nova vida àqueles que crêem. Terceiro, este Jesus era o próprio Deus. Em Gênesis 1:1 diz, "No princípio, criou Deus os céus e a terra," e Gênesis 1:3 diz, " Disse Deus: Haja luz; e houve luz" Jesus não era nenhum outro senão o verdadeiro Deus Logos (Palavra), quem criou o universo inteiro e tudo que nele há com Sua Palavra.Deus disse a Moisés que fizesse a entrada do pátio do Tabernáculo com fios azul, púrpura, e escarlate e tecido de linho finíssimo. Jesus, que é o próprio Deus, completou Sua obra de tornar os pecadores íntegros vindo a esta Terra na semelhança de um homem e salvando Seu povo de todos os seus pecados por Seu batismo e Sua morte na Cruz. Estes três ministérios são o modo pelo qual Cristo salvou os pecadores, e eles são a evidência desta verdade.O Apóstolo Paulo disse em Efésios 4:4-6, " há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos." Esta Palavra se refere a salvação do pecado feita pelos fios azul, púrpura, e escarlate e o tecido de linho finíssimo.Por nossa exploração do Tabernáculo, nós devemos perceber sua verdade correta, e assim é santificada para ser perdoada de todos os nossos pecados.

Por Ministério 24 Horas - IBL

Sinais para a Ministração de Louvor (clique sobre as imagens para ampliá-las)




13 DE JULHO - DIA MUNDIAL DO ROCK

DIA MUNDIAL DO ROCK, ESTILO MUSICAL PARA ESCRAVIZAR OU PARA LIBERTAR?
Flávio Lages Rodrigues
[1]
Verifica-se na atualidade grandes transformações nas mais variadas áreas da vida, que vão desde a social, passando pela econômica, política e chegando a religiosa. Essas transformações têm como ponto de partida o jardim do Éden, onde Deus dá o domínio de todas as coisas ao homem, basta ver que Deus cria o homem para dominar sobre toda a terra e sobre tudo que nela há (Gênesis 1.26-31). Este “dominar” não remete a destruição como forma de dominação como muitos pensam e agem, pelo contrário esse verbo dominar mostra zelo e cuidado com toda a terra nos seus mais variados ecossistemas.
A bíblia está recheada de exemplos que mostram um Deus que trabalha na cultura e nos mais variados contextos humanos. Sendo assim as transformações que ocorreram na face da terra nos tempos bíblicos não são diferentes das que ocorrem hoje conosco. Deus ainda hoje chama a humanidade a dominar sobre todas as coisas, dar nomes e transformar a cultura (Gênesis 2.19-20). Arde no coração de Deus que o egoísmo do pecado não afetasse os corações e que todos partilhassem e tivessem os mesmos bens, alimentos, roupas e que não tivesse as guerras, a fome e a miséria trazidas pelo pecado.
Com o egoísmo que é fruto do pecado há a escravidão de muitos e o poder ou monopólio garantidos por minorias que garantem e perpetuam esse mecanismo com muita dor, sangue e lágrimas. O povo de Israel esteve escravizado no Egito e Deus com mão poderosa os livrou das mãos de Faraó (Êxodo 20.1-2). Outras situações de exílio levaram o povo de Israel a escravidão, devido ao pecado, a ganância e ao egoísmo. Profetas como Oséias e Amós mostraram isso claramente e denunciaram qual era o pecado do povo israelita.
Trazendo para o contexto dos negros com a colonização européia, a escravização não foi diferente. Negros saíam do continente africano e eram levados para várias partes do mundo, chegando também ao Brasil. A cultura dos negros e seus costumes eram vistos como demoníacos e nocivos. Dessa forma podemos observar como as elites marginalizavam e marcavam com grande preconceito estilos musicais como o samba, o rock, hip hop e qualquer manifestação que tivesse suas raízes na África. Estes estilos ainda sofrem preconceitos e discriminação no mundo inteiro, na nossa sociedade, em nossas igrejas, templos e comunidades cristãs.
A busca da liberdade levou os negros no Brasil em 1920 a se apropriarem do samba como identidade de uma raça, de um ideal e pela liberdade. Outro grito campal se ouviu nos Estados Unidos da América em nos campos de algodão em 1940. Daí surgiria a música gospel como sacra e o blues como música secular e o interessante que ambas são a fonte da busca pela libertação da opressão e da escravidão e também são a fonte do rock.
Este estilo musical aceito por uns e odiado por outros foi usado como instrumento de denuncia e como porta-voz de uma geração insatisfeita com a fome, com a escravidão, com as guerras e com a injustiça. Ainda hoje Deus tem levantado dentro de nossas igrejas e comunidades cristãs muitas bandas de rock para levar o evangelho de Cristo a toda criatura. Mas isso ocorre de forma bem tímida, pois em vários festivais como o Pop Rock que ocorre no mês de setembro em Belo Horizonte e em nenhuma de suas 26 edições, nunca nenhuma banda cristã ministrou ali aos corações vazios e sedentos algo que não pode ser preenchido com álcool, drogas e sexo, Jesus Cristo somente Ele pode trazer paz e amor verdadeiro.
Desde 13 de julho de 1985 ficou denominado o dia mundial do rock com o festival “Live Aid” pelo fim da fome na Etiópia. Este festival aconteceu na Filadélfia nos Estados Unidos e em Londres na Inglaterra de forma simultânea, onde várias bandas de rock se apresentaram. Foram arrecadados mais de 60 milhões de dólares para os necessitados que padecem de fome na África.
Será que temos o que comemorar no dia 13 de julho de 2009, ou teremos vergonha de não sermos sal e luz no e do mundo? Quando vemos festivais como Pop Rock e o Live Aid devemos nos perguntar. O que estamos fazendo para comemorar o rock para Cristo? Temos sido usados em nosso contexto para falar do amor de Deus? Será que vemos o rock como instrumento de Deus para ganhar almas através da Palavra viva de Jesus Cristo? Será que não temos medo de nossos pré-conceitos religiosos e nossas tradições e por isso julgamos o rock como algo demoníaco?
Muitas bandas tem ministrado o amor de Deus através do rock no Brasil e no mundo, mas ainda é um caminho muito longo a percorrer e depende também da visão e do compromisso de líderes e pastores para que jovens conheçam a Jesus através dos mais diversos meios da cultura como: rádio, televisão, internet, teatro, dança, artes circenses, esporte e a música.
Portanto, fica a pergunta para todos nós como igreja de Cristo: rock, estilo musical para escravizar ou libertar?
[1] Flávio Lages Rodrigues é formado em Bacharel em Teologia e é Pós-Graduado em Teologia Sistemática pela FATE-BH. É autor dos livros “O ROCK NA EVANGELIZAÇÃO” e “A LIBERDADE DO ESPÍRITO NA VIDA E NO ROCK”, ambos pela MK editora. Atualmente tem ministrado palestras para jovens junto as Igrejas e Comunidades em geral e tem ainda ministrado como baterista da banda e Ministério Post Trevor e é um dos líderes do Ministério Todas as Tribos, que é voltado para as "tribos urbanas" junto à cena Alternativa e Underground em geral e na prática de esportes radicais como skate e patins.

Deus usa as coisas loucas para confundir as sábias.

“Somos o reflexo de Deus nessa geração, a novidade dele, trazendo mudança e transformação dentro e fora de nossas igrejas, temos que modernizar e não mundanizar.”

Deus está fazendo uma transformação nessa geração, transformando vidas, ministérios, igrejas, acredito que seja um novo tempo para cada um de nós, basta nos colocarmos a disposição e adorar ao Senhor em Espírito e em verdade! E é no livro de Isaías 40.4-5 que vemos essa promessa “Todo vale será aterrado, e nivelado, todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplainados. A glória do Senhor se manifestará, e toda a carne a verá, pois a boca do Senhor o disse.” Deus tem deixado um caminho plano, isso significa que está removendo obstáculos.
Nos dias atuais vejo que Deus tem usado a arte nas igrejas como instrumento, remédio de benção para nossa terra. Tenho ministrado e ensinado sobre o assunto, tratando de uma forma não somente teórica, mas prática, com evangelismos criativos, artes circenses (circo), pirofagia, acrobacia aérea, teatro, danças e entre tantos outros métodos. Alguns profissionais seculares dizem que nas artes “tudo vale” e esse “tudo” pode fugir dos princípios morais de Deus para nossa vida, levando-nos ao conflito pessoal e deixando-nos em crise de identidade. Mas Deus tem renovado isso, tem mudado essa história, antes o que era motivo de vergonha agora é de honra. As artes não serão usadas somente nas quatro paredes de nossas igrejas, mas no evangelismo, para salvar vidas. Desejamos colocar a mão no arado com aquilo que o Espírito Santo tem nos dado. Não queremos lamentar, ou apenas ler a história de homens e mulheres da Bíblia, queremos ser protagonistas de cada graça, milagre, e da manifestação do poder de Deus em nossa geração. Pedro libertou um endemoninhado com a sua sombra, Eliseu ganhou a porção dobrada sobre sua vida e seu ministério, e nós, o que temos pedido ao Senhor? Qual é o nosso anseio neste tempo? Pedimos a transformação das artes para alcançarmos com nossas missões urbanas as almas, o rejeitado, excluído, o ferido, enfermo, desencorajado. Mas para isso é preciso se revestir de integridade e caráter, não olhando e nem criando expectativas humanas ou dependência de autoridades e de hierarquias, pois o “Ide” é uma ação para todos, e essa palavra já foi liberada a nós! Então, essa é a nossa vez. Façamos obras maiores. Deixemos de ser apenas meros leitores, cumpramos o Ide, vamos escrever nossa história! A “arte” foge das quatro paredes, alcança vidas, cura feridas! Viva essa liberdade de poder voar sem precisar ter asas, de poder se expressar sem ao menos falar.
”E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve, porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.” (Ap 21.5.)Que o seu coração seja totalmente livre.

::Por Peterson Amicuchi
Missionário, formado pelo CTMQ - PR (Centro de Treinamento Missionário Quadrangular). Cursa Gestão de R.H. Líder do Ministério de Artes e Adoração Freedom - Igreja do Evangelho Quadrangular – Ribeirão Preto/SP. e-mail:
ministério_freedom@hotmail.com

Últimos Fundamentos - Que o Senhor te abençoe!

9. Corações e Vidas bem Ordenadas
O maior presente que podemos oferecer às nossas igrejas não é o nosso talento. O que podemos fazer de mais importante é aquilo que Jesus nos ensinou: permanecer nEle. Precisamos praticar as disciplinas espirituais que vão ajudar a desenvolver nosso caráter. Faça um compromisso de encontrar momentos de solitude onde você possa examinar e avaliar se a sua vida está bem-ordenada. Tudo que fazemos deve ser fruto desse equilíbrio resultante de vivermos com Cristo no centro de nossas vidas.
10. Momentos Transcendentes
A despeito de planejarmos um culto voltado para descrentes ou cultos de celebração, nosso alvo é preparar cada elemento do culto de forma que Deus possa usá-lo para tocar a alma humana profundamente – deixando que as pessoas experimentem Sua verdade e presença. As pessoas devem sair mudadas de alguma maneira. Teremos falhado terrivelmente se nossos cultos forem considerados criativos ou interessantes, mas não trouxeram mudança de vida com o passar do tempo.
ADORANDO COM A VIDA
Flávio Lages Rodrigues[1]


Verifica-se na atualidade uma verdadeira busca de sentido para a adoração dentro do Cristianismo e porque não dizer dentro das igrejas evangélicas no Brasil e no mundo. Essa adoração tem sido entendida de forma errônea muitas vezes, onde muitos cristãos acham que o louvor e também a adoração só ocorrem dentro do culto de suas igrejas e comunidades. O que não é verdade, pois devemos louvor a Deus pelo que Ele fez, está fazendo e ainda fará e já a adoração é prestada a Deus pelo que Ele é. Dessa forma o nosso louvor e adoração são contínuos e diários, não sinalizando para o tempo fracionário para Deus e sim integral.
Nessa correria que temos na pós-modernidade há o risco de não tirar tempo para a melhor parte que é Deus em nossa vida. Em Lucas 10.38-42, Jesus mostra a importância de tirarmos tempo para as coisas de Deus e Maria tem comunhão com Jesus enquanto Marta se preocupa com as coisas corriqueiras da vida. Jesus mostra aqui o que é adoração e louvor a Deus. Outro fato importante pode ser visto em Mateus 26.6-12 com o ungüento derramado sobre Jesus, onde aquela mulher o adorou de forma extrema e os discípulos de Jesus não entenderam o significado daquela adoração, antes a repreenderam e ficaram indignados.
Essa adoração requer disciplina e renuncia, pois para se adorar a Deus é necessário estar de mãos vazias e prostrado para que Deus encha nossos corações. É preciso renunciar nosso eu para que Deus possa nos encher por completo. Isso para o homem na atualidade chega a ser um sacrifício e a Bíblia tem muito a nos dizer sobre isso. Na Bíblia sacrifício era o ritual realizado pelo povo hebreu onde se oferecia a Deus, o sangue ou a carne de um animal como substituto pagamento pessoal pelo pecado. Será que estamos dispostos a adorar com nossa vida? Em Gênesis 4.3-5 é mostrado o sacrifico de Caim e Abel. Nesse caso Deus se alegrou com Abel devido não a natureza da oferta, mas com o coração do ofertante. Observa-se claramente aqui que não houve sacrifício para remissão de pecados, antes havia uma oferta de amor e reconhecimento a Deus, uma expressão genuína de louvor a Ele.
Já em Gênesis 22.1-19 acontece algo muito curioso, para não dizer muito intrigante aos olhos do homem. Deus pede a Abraão que ofereça seu filho em holocausto. Quando tudo está prepara para a entrega de Isaque, Deus de forma extraordinária envia um cordeiro para ser sacrificado no lugar da criança. Abraão adorou a Deus de forma intensa de tal forma que se preparou para sacrificar seu próprio filho em obediência ao Senhor de todas as coisas. Será que estamos dispostos a oferecer algo a Deus que nos é precioso? O sacrifício de animais como: bois, ovelhas, cabras e pombos continuaram a ocorrer no Antigo Testamento e já no Novo Testamento teve sua confirmação e ápice, mas não como um cordeiro e sim com O Cordeiro: Jesus Cristo. Em João 1.29 é mostrado a grandeza de Jesus e sua majestade como: “O Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” Há um paralelo entre Gênesis 22.1-19 e João 1.29, pois ambos os cordeiros são preparados por Deus, sem intervenção ou vontade humana. Só Jesus de uma vez por todas poderia tirar o pecado do mundo através de Seu Sangue Precioso. Deus é quem dá o Cordeiro, não por sermos merecedores, mas pela Sua Graça e Misericórdia. Ele quer salvar o mundo através de Seu Filho e não condena-lo. João 3.16-17.
O amor de Deus fica inimaginável para muitas pessoas devido Seu ato de doar-se ao ponto de se tornar acessível aos homens. Evidenciando de forma extrema no sacrifício de um Deus que se faz homem. “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós...” João 1.14. Caminhando de forma contraria aos homens que a todo momento tentam ser deus e esquecem a expressão da adoração e do louvor a Único Digno de Exaltação. Jesus Cristo.
[1] Flávio Lages Rodrigues é formado em Bacharel em Teologia e é Pós-Graduado em Teologia Sistemática pela FATE-BH. É autor dos livros “O ROCK NA EVANGELIZAÇÃO” e “A LIBERDADE DO ESPÍRITO NA VIDA E NO ROCK”, ambos pela MK editora. Atualmente tem ministrado palestras para jovens junto as Igrejas e Comunidades em geral e tem ainda ministrado como baterista da banda e Ministério Post Trevor e é um dos líderes do Ministério Todas as Tribos, que é voltado para as "tribos urbanas" junto à cena Alternativa e Underground em geral e na prática de esportes radicais como skate e patins.

Mais dois valores... Sejam edificados!

7. Comunidade
Além dos frutos que resultam de nossos ministérios, acho que o sentimento de comunidade é o maior benefício. Precisamos encontrar uma forma de viver ministério que nos permite ter alguns daqueles momentos em que nos conectamos uns com os outros, quando estamos sendo uma expressão viva do amor de Cristo uns para com os outros, e transformando nossas equipes em uma comunidade.
8. Liderança
Essas comunidades precisam de liderança. O dom da liderança é essencial para construir um ministério de artes eficaz. Não podemos ter medo de liderar. Deus irá nos guiar e nos dará a orientação necessária. Muitas vezes artistas sentem-se inseguros, desanimados e mal-compreendidos. Enquanto buscamos pastorear nosso rebanho, precisamos pedir ao Espirito Santo que nos ajude a escolher nossas palavras cuidadosamente e saber quando precisamos lançar desafios e quando usar de mansidão e sensibilidade.