Vale a pena assistir!

O Poder do Louvor


O verdadeiro louvor torna-se um meio pelo qual o poder de Deus opera na igreja. Existem vários fatores que tornam o louvor uma força influente e outros que podem até inutilizá-lo. O poder do louvor se relaciona a vários elementos: seu veículo, seu conteúdo, sua origem, seu propósito e seu agente.
Na maioria das vezes, o louvor tem a música como veículo. Encontra-se aí então um elemento poderoso. A música é uma linguagem universal e tem o poder de influenciar o corpo e a mente em qualquer lugar do mundo, em qualquer cultura. Ritmo e melodia exercem influência psicológica, produzindo efeitos físicos diversos. O corpo é induzido ao movimento, de modo quase automático. A mente se torna receptiva quando a música é agradável. Desse modo, sentimentos são estimulados e comportamentos são alterados.
O poder da música explica sua ampla utilização no nosso dia-a-dia, seja nos anúncios comerciais, nos eventos, nas religiões, na política, na didática, nas forças armadas, no futebol, nas terapias, etc.. Com motivo ou sem motivo, com objetivo específico ou por simples prazer, a música está em toda parte em virtude do poder que lhe é inerente.
As forças armadas utilizam a música para estimular o patriotismo de seus soldados. Os hinos dos times de futebol também conseguem efeito semelhante em suas torcidas. Não é de se estranhar que alguns jogos terminem em guerra. Nas campanhas políticas a música é usada para gravar na memória os nomes dos candidatos, seus números e suas ideologias. O mesmo recurso é usado por alguns professores para que seus alunos guardem fórmulas matemáticas e regras gramaticais.
Ao ouvir uma música, podemos nos lembrar de fatos passados, lugares, pessoas, sentimentos, como se, por um momento, estivéssemos revivendo tudo aquilo.
A música provoca estados emocionais diversos: agitação, calma, romantismo. Pode fazer rir ou chorar.
Acrescentando a tudo isso a letra, a mensagem e o seu significado, teremos o poder musical multiplicado.
A música é algo poderoso e isto é muito sério, pois o seu uso pode ser para o bem ou para o mal. Existem músicas que estimulam a rebeldia, a violência, o vício, o sexo ilícito e até mesmo o suicídio. Muitas pessoas têm seu comportamento influenciado pelo tipo de música que ouvem.
Quando trabalhamos com a música dentro da igreja, devemos estar conscientes de que estamos manipulando algo muito poderoso. Precisamos estar atentos para não usarmos a música de um modo que venha estimular o pecado.
O poder do louvor é muito mais do que o poder da música, mas esta abordagem nos permite compreender o princípio da questão. Através do louvor nós influenciamos as pessoas. Que tipo de influência estamos passando?
A música evangélica, quando usada corretamente, é poderosa para a fixação da palavra de Deus, para sua compreensão e para conduzir as pessoas à contrição ou ao júbilo na presença do Senhor. Para ter plena eficácia, nosso louvor precisa ter a unção e o poder do Espírito Santo, conforme abordaremos mais especificamente em nossos próximos artigos.
O poder da música foi criado por Deus. Contudo, é um princípio universal e está à disposição de todos. Até o Diabo usa a música para os seus fins escusos. Que nós possamos usá-la para a honra e para a glória do nosso Deus.
Por Anísio Renato de Andrade - Bacharel em Teologia
Professor da Fatef - Faculdade Aplicada de Teologia e Filosofia
www.anisiorenato.com
anisiorenato@ig.com.br

Louvor e Adoração


“Todo ser que respira louve ao Senhor” Salmo 150.6

O louvor tem sido cada vez mais valorizado e praticado pelos cristãos. Compositores, cantores e instrumentistas têm se dedicado muito, o Senhor tem abençoado, e a qualidade da música cristã vem melhorando bastante nas últimas décadas. Por outro lado, a falta de conhecimento ainda produz erros diversos e impede que muitas pessoas alcancem o nível de adoração que o Senhor deseja. É, portanto, oportuno que empreendamos um exame bíblico e uma análise do tema que nos permita avaliar nossa realidade e nossos conceitos nessa importante área da prática cristã. Esta é a primeira de uma série de mensagens, nas quais estaremos abordando vários aspectos ligados ao louvor e à adoração, buscando, assim, o conhecimento que nos ajude a oferecer ao Senhor o melhor dos nossos lábios e do nosso coração.
É importante ressaltarmos a diferença entre louvor e adoração. Louvor é elogio. É expressão de reconhecimento das qualidades de alguém ou de seus atos. Tal expressão normalmente se faz através de palavras. Quando dizemos: “Senhor, tu és maravilhoso”, isto é louvor. Quando dizemos: “Senhor, muito obrigado pelo alimento”, isto é ação de graças, agradecimento. A adoração, por sua vez, é uma atitude espiritual, caracterizada por um amor intenso, reconhecimento da majestade divina e se traduz em disposição para servir ao Senhor. A adoração é interior, mas pode ser acompanhada de gestos exteriores, tais como o levantar das mãos, em sinal de rendição, ou o ajoelhar ou o prostrar-se diante do Senhor.
O louvor pode ser dirigido a Deus ou aos homens (Pv.27.21; Pv.31.30; Rm.3.3; II Cor.7.14). Afinal, louvor é elogio. A bíblia diz que o próprio Deus louvará aos salvos (I Cor.4.5). A adoração, porém, só pode ser dirigida a Deus. “Ao Senhor teu Deus adorarás e só a ele darás culto” (Mateus 4.10; Ap.19.10).
Podemos louvar ao Senhor com nossas palavras, declarando seus atributos e a grandeza dos seus feitos. Esta é também uma forma de testemunho da nossa fé. Podemos fazer isto falando ou cantando. Vemos, portanto, que louvor não é sinônimo de música, como muitos consideram. É preciso que compreendamos isso. O louvor a Deus, antes de ter uma forma musical, precisa ser uma experiência pessoal e espiritual. É maravilhoso cantar as canções que outros irmãos fizeram, mas é também importante que cada pessoa louve ao Senhor com suas próprias palavras, falando ou cantando sobre sua própria realidade e sua experiência com Deus. Louvor é uma forma de oração.
O louvor existe, não para ser um elemento a mais no culto, nem para servir como entretenimento. Sua beleza muitas vezes nos deixa maravilhados, mas isso não é o mais importante. Muitas vezes ficamos preocupados com as questões técnicas do louvor musical e nos esquecemos dos fatores espirituais. Tudo isso tem a sua importância, mas o espiritual precisa ser priorizado, embora não sirva como desculpa para a deficiência técnica.
Como ministros de louvor, trabalhamos muito para a sua realização, e da melhor forma possível. Precisamos, porém, estar atentos para o objetivo do que fazemos. O louvor foi realizado, mas... foi eficaz? Produziu efeitos? Muitas pessoas nem imaginam que o louvor possa produzir algum efeito. Mas vejamos o que diz o texto de Atos 16.25-26: “Pela meia-noite Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, enquanto os presos os escutavam. De repente houve um tão grande terremoto que foram abalados os alicerces do cárcere, e logo se abriram todas as portas e foram soltos os grilhões de todos.” Nesse episódio, o efeito do louvor foi a libertação dos cativos. O poder de Deus se manifestou naquele lugar.
O louvor precisa sair do coração do homem, inspirado pelo Espírito Santo, e alcançar o coração de Deus. Existem muitas questões implícitas nessa frase, muitos aspectos que viabilizam ou bloqueiam o verdadeiro louvor, conforme estudaremos nos próximos artigos. Quando conseguimos alcançar o coração de Deus e agradá-lo, então o Senhor libera o seu poder de tal maneira que naquele ambiente, onde o verdadeiro louvor se realiza, a ação de Deus acontece, os demônios não podem permanecer (I Sm.16.16; Salmo 149.6-9), os oprimidos são libertos e há uma “atmosfera celestial”, propícia à ação do Espírito Santo e adequada para o pronunciamento da mensagem profética (II Rs.3.15-16).
Que o Senhor nos abençoe para que o nosso louvor seja aperfeiçoado como instrumento do Espírito Santo no meio do seu povo.
Por Anísio Renato de Andrade - Bacharel em Teologia
Professor da Fatef - Faculdade Aplicada de Teologia e Filosofia
www.anisiorenato.com
anisiorenato@ig.com.br

Estudo do Tabernáculo


O Tabernáculo era a sombra de Jesus Cristo que perdoou os pecados dos Israelitas e de todos quantos que crêem nele. Nosso Senhor era o verdadeiro possuidor do Tabernáculo. E Ele era o Salvador que lançou fora os pecados de todo mundo de uma vez por todas, e ao mesmo tempo, a própria oferta de sacrifício para toda a humanidade. Embora o povo de Israel pecasse diariamente, impondo suas mãos na cabeça do animal puro de sacrifício no pátio do Tabernáculo de acordo com o sistema de sacrifício, eles podiam passar seus pecados sobre a oferta. Isto é como qualquer um que cria no ministério dos sacerdotes e na oferta de sacrifício dada de acordo com o sistema de sacrifício podia receber a remissão de pecado, sendo lavado de seus pecados e se tornando alvo como a neve. Igualmente, crendo no batismo e sacrifício de Jesus, a essência verdadeira do Tabernáculo, o povo de Israel e os que entre nós que somos Gentios, temos sido revestidos da bênção de remissão de todos os nossos pecados e de viver com o Senhor para sempre.Não só os Israelitas, mas todos os Gentios também podem ser libertos de todos os seus pecados só crendo em Jesus, o Senhor do Tabernáculo. O Tabernáculo nos ensina o que o presente da remissão de pecado que Deus deu a todo mundo representa. Como tal, o Tabernáculo propriamente era a grande essência de Jesus Cristo.Jesus se tornou o Salvador de pecadores. Todo pecador seja ele/ela, pode ficar sem pecado se crer no batismo de Jesus, Seu sangue na Cruz, e a verdade de que Ele é o próprio Deus. Podemos ser livres do julgamento do Deus por nossa fé nos fios azul, púrpura, e escarlate - em outras palavras, crendo no batismo de Jesus, Seu sangue, e Sua divindade. Jesus é a entrada para o Reino do Céu.Em Atos 4:12 diz, " E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos." Nenhum outro senão Jesus pode salvar as pessoas de seus pecados. Não existe nenhum Salvador, mas somente Jesus. João 10:9 diz, " Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem." 1 Timóteo 2:5 diz, "Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem;" e Mateus 3:15 diz, "Mas Jesus lhe respondeu: Deixa por enquanto, porque, assim, nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o admitiu." Todos estes versos testemunham esta verdade.Jesus veio a esta Terra em semelhança de homem, e recebendo Seu batismo (fio azul) e derramando Seu sangue (fio escarlate), Ele salvou os pecadores. Como tal Jesus se tornou a porta de salvação para todos os pecadores. Da mesma maneira que a entrada do pátio do Tabernáculo foi tecida de fio azul, púrpura e escarlate, Jesus, vindo a esta Terra, em primeiro lugar tomou os pecados do mundo sobre Ele mesmo com Seu batismo recebido por João Batista. Ele, então, se tornou a oferta de sacrifício, o Cordeiro de Deus (João 1:29). Segundo, depois de desta forma ter tomado as iniquidades de todos os pecadores com Seu batismo, Ele morreu em seu lugar e deu nova vida àqueles que crêem. Terceiro, este Jesus era o próprio Deus. Em Gênesis 1:1 diz, "No princípio, criou Deus os céus e a terra," e Gênesis 1:3 diz, " Disse Deus: Haja luz; e houve luz" Jesus não era nenhum outro senão o verdadeiro Deus Logos (Palavra), quem criou o universo inteiro e tudo que nele há com Sua Palavra.Deus disse a Moisés que fizesse a entrada do pátio do Tabernáculo com fios azul, púrpura, e escarlate e tecido de linho finíssimo. Jesus, que é o próprio Deus, completou Sua obra de tornar os pecadores íntegros vindo a esta Terra na semelhança de um homem e salvando Seu povo de todos os seus pecados por Seu batismo e Sua morte na Cruz. Estes três ministérios são o modo pelo qual Cristo salvou os pecadores, e eles são a evidência desta verdade.O Apóstolo Paulo disse em Efésios 4:4-6, " há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos." Esta Palavra se refere a salvação do pecado feita pelos fios azul, púrpura, e escarlate e o tecido de linho finíssimo.Por nossa exploração do Tabernáculo, nós devemos perceber sua verdade correta, e assim é santificada para ser perdoada de todos os nossos pecados.

Por Ministério 24 Horas - IBL

Sinais para a Ministração de Louvor (clique sobre as imagens para ampliá-las)




13 DE JULHO - DIA MUNDIAL DO ROCK

DIA MUNDIAL DO ROCK, ESTILO MUSICAL PARA ESCRAVIZAR OU PARA LIBERTAR?
Flávio Lages Rodrigues
[1]
Verifica-se na atualidade grandes transformações nas mais variadas áreas da vida, que vão desde a social, passando pela econômica, política e chegando a religiosa. Essas transformações têm como ponto de partida o jardim do Éden, onde Deus dá o domínio de todas as coisas ao homem, basta ver que Deus cria o homem para dominar sobre toda a terra e sobre tudo que nela há (Gênesis 1.26-31). Este “dominar” não remete a destruição como forma de dominação como muitos pensam e agem, pelo contrário esse verbo dominar mostra zelo e cuidado com toda a terra nos seus mais variados ecossistemas.
A bíblia está recheada de exemplos que mostram um Deus que trabalha na cultura e nos mais variados contextos humanos. Sendo assim as transformações que ocorreram na face da terra nos tempos bíblicos não são diferentes das que ocorrem hoje conosco. Deus ainda hoje chama a humanidade a dominar sobre todas as coisas, dar nomes e transformar a cultura (Gênesis 2.19-20). Arde no coração de Deus que o egoísmo do pecado não afetasse os corações e que todos partilhassem e tivessem os mesmos bens, alimentos, roupas e que não tivesse as guerras, a fome e a miséria trazidas pelo pecado.
Com o egoísmo que é fruto do pecado há a escravidão de muitos e o poder ou monopólio garantidos por minorias que garantem e perpetuam esse mecanismo com muita dor, sangue e lágrimas. O povo de Israel esteve escravizado no Egito e Deus com mão poderosa os livrou das mãos de Faraó (Êxodo 20.1-2). Outras situações de exílio levaram o povo de Israel a escravidão, devido ao pecado, a ganância e ao egoísmo. Profetas como Oséias e Amós mostraram isso claramente e denunciaram qual era o pecado do povo israelita.
Trazendo para o contexto dos negros com a colonização européia, a escravização não foi diferente. Negros saíam do continente africano e eram levados para várias partes do mundo, chegando também ao Brasil. A cultura dos negros e seus costumes eram vistos como demoníacos e nocivos. Dessa forma podemos observar como as elites marginalizavam e marcavam com grande preconceito estilos musicais como o samba, o rock, hip hop e qualquer manifestação que tivesse suas raízes na África. Estes estilos ainda sofrem preconceitos e discriminação no mundo inteiro, na nossa sociedade, em nossas igrejas, templos e comunidades cristãs.
A busca da liberdade levou os negros no Brasil em 1920 a se apropriarem do samba como identidade de uma raça, de um ideal e pela liberdade. Outro grito campal se ouviu nos Estados Unidos da América em nos campos de algodão em 1940. Daí surgiria a música gospel como sacra e o blues como música secular e o interessante que ambas são a fonte da busca pela libertação da opressão e da escravidão e também são a fonte do rock.
Este estilo musical aceito por uns e odiado por outros foi usado como instrumento de denuncia e como porta-voz de uma geração insatisfeita com a fome, com a escravidão, com as guerras e com a injustiça. Ainda hoje Deus tem levantado dentro de nossas igrejas e comunidades cristãs muitas bandas de rock para levar o evangelho de Cristo a toda criatura. Mas isso ocorre de forma bem tímida, pois em vários festivais como o Pop Rock que ocorre no mês de setembro em Belo Horizonte e em nenhuma de suas 26 edições, nunca nenhuma banda cristã ministrou ali aos corações vazios e sedentos algo que não pode ser preenchido com álcool, drogas e sexo, Jesus Cristo somente Ele pode trazer paz e amor verdadeiro.
Desde 13 de julho de 1985 ficou denominado o dia mundial do rock com o festival “Live Aid” pelo fim da fome na Etiópia. Este festival aconteceu na Filadélfia nos Estados Unidos e em Londres na Inglaterra de forma simultânea, onde várias bandas de rock se apresentaram. Foram arrecadados mais de 60 milhões de dólares para os necessitados que padecem de fome na África.
Será que temos o que comemorar no dia 13 de julho de 2009, ou teremos vergonha de não sermos sal e luz no e do mundo? Quando vemos festivais como Pop Rock e o Live Aid devemos nos perguntar. O que estamos fazendo para comemorar o rock para Cristo? Temos sido usados em nosso contexto para falar do amor de Deus? Será que vemos o rock como instrumento de Deus para ganhar almas através da Palavra viva de Jesus Cristo? Será que não temos medo de nossos pré-conceitos religiosos e nossas tradições e por isso julgamos o rock como algo demoníaco?
Muitas bandas tem ministrado o amor de Deus através do rock no Brasil e no mundo, mas ainda é um caminho muito longo a percorrer e depende também da visão e do compromisso de líderes e pastores para que jovens conheçam a Jesus através dos mais diversos meios da cultura como: rádio, televisão, internet, teatro, dança, artes circenses, esporte e a música.
Portanto, fica a pergunta para todos nós como igreja de Cristo: rock, estilo musical para escravizar ou libertar?
[1] Flávio Lages Rodrigues é formado em Bacharel em Teologia e é Pós-Graduado em Teologia Sistemática pela FATE-BH. É autor dos livros “O ROCK NA EVANGELIZAÇÃO” e “A LIBERDADE DO ESPÍRITO NA VIDA E NO ROCK”, ambos pela MK editora. Atualmente tem ministrado palestras para jovens junto as Igrejas e Comunidades em geral e tem ainda ministrado como baterista da banda e Ministério Post Trevor e é um dos líderes do Ministério Todas as Tribos, que é voltado para as "tribos urbanas" junto à cena Alternativa e Underground em geral e na prática de esportes radicais como skate e patins.

Deus usa as coisas loucas para confundir as sábias.

“Somos o reflexo de Deus nessa geração, a novidade dele, trazendo mudança e transformação dentro e fora de nossas igrejas, temos que modernizar e não mundanizar.”

Deus está fazendo uma transformação nessa geração, transformando vidas, ministérios, igrejas, acredito que seja um novo tempo para cada um de nós, basta nos colocarmos a disposição e adorar ao Senhor em Espírito e em verdade! E é no livro de Isaías 40.4-5 que vemos essa promessa “Todo vale será aterrado, e nivelado, todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplainados. A glória do Senhor se manifestará, e toda a carne a verá, pois a boca do Senhor o disse.” Deus tem deixado um caminho plano, isso significa que está removendo obstáculos.
Nos dias atuais vejo que Deus tem usado a arte nas igrejas como instrumento, remédio de benção para nossa terra. Tenho ministrado e ensinado sobre o assunto, tratando de uma forma não somente teórica, mas prática, com evangelismos criativos, artes circenses (circo), pirofagia, acrobacia aérea, teatro, danças e entre tantos outros métodos. Alguns profissionais seculares dizem que nas artes “tudo vale” e esse “tudo” pode fugir dos princípios morais de Deus para nossa vida, levando-nos ao conflito pessoal e deixando-nos em crise de identidade. Mas Deus tem renovado isso, tem mudado essa história, antes o que era motivo de vergonha agora é de honra. As artes não serão usadas somente nas quatro paredes de nossas igrejas, mas no evangelismo, para salvar vidas. Desejamos colocar a mão no arado com aquilo que o Espírito Santo tem nos dado. Não queremos lamentar, ou apenas ler a história de homens e mulheres da Bíblia, queremos ser protagonistas de cada graça, milagre, e da manifestação do poder de Deus em nossa geração. Pedro libertou um endemoninhado com a sua sombra, Eliseu ganhou a porção dobrada sobre sua vida e seu ministério, e nós, o que temos pedido ao Senhor? Qual é o nosso anseio neste tempo? Pedimos a transformação das artes para alcançarmos com nossas missões urbanas as almas, o rejeitado, excluído, o ferido, enfermo, desencorajado. Mas para isso é preciso se revestir de integridade e caráter, não olhando e nem criando expectativas humanas ou dependência de autoridades e de hierarquias, pois o “Ide” é uma ação para todos, e essa palavra já foi liberada a nós! Então, essa é a nossa vez. Façamos obras maiores. Deixemos de ser apenas meros leitores, cumpramos o Ide, vamos escrever nossa história! A “arte” foge das quatro paredes, alcança vidas, cura feridas! Viva essa liberdade de poder voar sem precisar ter asas, de poder se expressar sem ao menos falar.
”E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve, porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.” (Ap 21.5.)Que o seu coração seja totalmente livre.

::Por Peterson Amicuchi
Missionário, formado pelo CTMQ - PR (Centro de Treinamento Missionário Quadrangular). Cursa Gestão de R.H. Líder do Ministério de Artes e Adoração Freedom - Igreja do Evangelho Quadrangular – Ribeirão Preto/SP. e-mail:
ministério_freedom@hotmail.com

Últimos Fundamentos - Que o Senhor te abençoe!

9. Corações e Vidas bem Ordenadas
O maior presente que podemos oferecer às nossas igrejas não é o nosso talento. O que podemos fazer de mais importante é aquilo que Jesus nos ensinou: permanecer nEle. Precisamos praticar as disciplinas espirituais que vão ajudar a desenvolver nosso caráter. Faça um compromisso de encontrar momentos de solitude onde você possa examinar e avaliar se a sua vida está bem-ordenada. Tudo que fazemos deve ser fruto desse equilíbrio resultante de vivermos com Cristo no centro de nossas vidas.
10. Momentos Transcendentes
A despeito de planejarmos um culto voltado para descrentes ou cultos de celebração, nosso alvo é preparar cada elemento do culto de forma que Deus possa usá-lo para tocar a alma humana profundamente – deixando que as pessoas experimentem Sua verdade e presença. As pessoas devem sair mudadas de alguma maneira. Teremos falhado terrivelmente se nossos cultos forem considerados criativos ou interessantes, mas não trouxeram mudança de vida com o passar do tempo.